Surpresinha Junina
E se você não vai a uma festa junina? A festa junina vai até você, oras.
Esse ano programei de ir a, pelo menos, uma festa junina com meus amigos Trotta, Bodas e Má. Pesquisamos lugares, preços, datas, tudo e meio que combinamos de ir em uma, da Paróquia onde meus pais casaram e eu fui batizada, nesse último sábado, 14 de junho. Porém, na última segunda-feira, 09 de junho, o Bodas se acidentou de moto, fraturou o braço e vai ter que operar. Imediatamente após ser informada do acontecido pelo Trotta e passado o susto, tive a idéia de prepararmos uma festa junina surpresa para o Bodas, na casa dele, já que ele estaria de molho e não poderia sair, dirigir (visse?), fazer esforço, enfim.
Quando fui visitá-lo, na terça-feira, falei com a Má sobre a idéia e ela adorou, disse até que estava doida para contar para ele…hehehe….mas ia se segurar.
Durante a semana organizei tudo com o Trotta, programamos o que ia ter de comida, bebida, a que horas iríamos nos encontrar para fazer as compras e tudo. O Trotta estava um tiquinho a mais empolgado do que eu para o tal evento e sugeriu que nos vestíssemos à carater, com direito a pintura e chapéu. Eu achei exagero, afinal, era uma festa em casa e tals, mas a idéia do chapéu era boa e eu já tinha o meu. Ficamos de ver em uma loja aqui perto de casa no dia das compras mesmo.
Nos encontramos no sábado, 15h20 no metrô Praça da Árvore depois de eu esperar 20 minutos pelo Trotta e achar que ele tinha confundido as estações. Partimos para o primeiro mercado onde fizemos a primeira parte das compras. Devo fazer um parêntese aqui para contar que o Trotta estava morto de fome e queria levar o supermercado inteiro para a festa. E eu disse com todas as letras várias vezes que as compras seriam só de coisas juninas. Mas com a fome que ele estava TUDO era junino naquele mercado, era mousse, pão de forma, salgadinho, tudo e mais um pouco.
Pegamos as sacolas e seguimos para o outro mercado, onde compraríamos o faltante das coisas. Mas no caminho encontramos a loja de chapeletas juninas. Depois de experimentarmos alguns e o Trotta quebrar um que ele experimentou, escolhemos os 3 (pois eu já tinha o meu) e fomos embora. Nessa hora recebemos uma SMS da Má perguntando se estava tudo certo, respondi que sim, que estávamos fazendo as comprinhas.
No outro mercado também foi um sufoco segurar a fome enlouquecedora de Trotta. Aliás, foi pior, pois esse mercado é cheio de doces, guloseimas, uma perdição. Quando saímos de lá, nos demos conta do quão carregados estávamos, era sacola que não acabava mais. Decidimos pegar um ônibus, que nos deixaria pelo menos no metrô Santa Cruz, aí era só descer a rua e chegar na RoMa (nome carinhoso do lar de Bodas e Má).
Será mesmo que era?
[continua]
3 comments Junho 15, 2008
5 minutos de fama
Você que acompanha com frequência as minhas Fefices aqui e aqui, sabe que eu faço estágio no Centro de Oftalmologia Veterinária - Pet Oftalmovet@ - em Moema.
Semana passada - 09 de Abril - fui surpreendida. ao chegar lá, por uma equipe de reportagem do programa Bichos e Pets, do canal TV aberta.
A Dra. Luciana, a veterinária oftalmologista, dona da clínica, ia fazer uma matéria para o programa e me chamou para participar também.
[pausa importante] Nesse dia eu cheguei na clínica atrasada, correndo, esbaforida, completamente desarrumada. E enquanto colocava o avental, fiquei pensando: De onde saiu essa reportagem agora, assim do nada?!?
Subi as escadas e me deparei com fios, cabos, filmadora, câmera, apresentadora e microfone!!!!
Pensei novamente: Meu Deus, será que essa apresentadora vai me perguntar alguma coisa?
Filmamos uma consulta, com a Minnie, a mascote da casa, só para mostrar como é um exame oftalmológico animal. E a Dra. respondeu algumas perguntas para a Kátia, a apresentadora. E por fim, a matéria termina com a Dra. apresentando a equipe, eis que eu fui apresentada como Assistente de oftalmologia, seria isso chique?!? Hehe!
Esses foram os meus 5 minutos de fama e a Pet Oftalmovet@, que tem me ajudado bastante na minha formação, foi divulgada e aparecerá na TV, provavelmente no próximo dia 24 de Abril, às 16h, no canal 9 da Net.
A reportagem já está no site do programa. Quem se interessar, segue abaixo o link.
http://www.bichosepets.com.br/programacao.asp?vdo=62.wmv&tp=c
Caso o link não apareça direto, o programa é o de número 62.
9 comments Abril 19, 2008
“Memezando”
Pagando meus memes, um aqui e outro aqui.
Há muito tempo atrás fui indicada pela Cláudia a continuar um meme, pois bem, antes tarde do que nunca o farei agorinha.
É o seguinte:
Primeiro passo: Pegar um livro próximo (PRÓXIMO, não procure).
- Marley e Eu, que está aqui na escrivaninha, aguardando eu voltar a lê-lo.
Segundo passo: Abrir na página 161.
- Pronto, feito.
Terceiro passo: Procurar a 5ª frase completa.
- Ixi, são frases pequenas aqui, tipo fala, mas vamos lá. Achei a quinta.
Quarto passo: Postar essa frase no seu blog.
- Ok ok…..
“ Quando conseguem me encontrar , humildemente hesito antes de aceitar o papel principal. Afinal, o show tem que continuar.”
Quinto passo: Não escolher a melhor frase, nem o melhor livro.
- A melhor frase com certeza não é, mas o melhor livro eu já não sei, estou adorando.
E por fim: repassar o meme para outros 5 blogs.
- Ah, quem quiser, manda bala. Minhas sugestões: Marcí, Juju e Ana P, mas no Coffee, já que a onda é de memes por lá ![]()
5 comments Abril 13, 2008
Fã, eu?!?
Depois de uma conversa na RoMa ontem, com o Trotta, Bodas e Má, sobre ser fã de alguma coisa, eu fiquei pensando e cheguei à conclusão de que sou musical, sou fã mesmo é de música.
Na verdade falávamos sobre ser fá e seguir tudo sobre. Ir em encontros com outros fãs, participar de fóruns de discussão, comunidades, blogues, enfim, ser completamente viciado em determinado assunto (seja ele, livro, filme, seriado, jogos, blogues, podcast e, claro, a própria música ou gênero musical).
Mas o que eu gosto mesmo é apenas de acompanhar a boa música (boa, na minha opnião, é claro). Quando gosto de determinado cantor/cantora ou banda, curto ir aos shows, comprar os CDs/DVDs (originais), assistir entrevistas, tudo. Gosto de ir em todos os shows possíveis, mesmo que seja do mesmo artista, pois para mim, cada show é único e transmite uma mensagem diferente.
O que eu nunca gostei é dessa coisa exagerada, de frequentar encontros pra falar de música ou de algum cantor em especial…ou mesmo para ficar em algum lugar tocando e cantando, ir atrás da pessoa em aeroporto, programa de auditório, tirar fotos, pedir autógrafo, nada. É claro que se eu encontrar alguém que eu sou fã e tiver oportunidade, eu vou pedir um autógrafo, conversar, mas nada de ficar aos berros, histérica em busca de atenção. Sempre achei isso uma chatísse sem tamanho.
Tenho a sensação de que as pessoas se fecham em certo mundo e se você não tem o mesmo gosto, não entende do assunto, você simplesmente não vale nada, não existe. Não gosto da idéia de me “juntar” só com pessoas que dividem os mesmos gostos que eu, que pensam da mesma maneira. O legal mesmo é se misturar, conhecer coisas novas, ensinar, somar.
Eu já tive à oportunidade de estar entre pessoas que participavam de uma determinada “comunidade” e me senti um ET, um ser do outro mundo por não participar. E tenho absoluta certeza que fui considerada exatamente assim por essas pessoas. Acho que é por isso que eu definitivamente não gosto de nada que seja tão bitolado, tão fanático.
E você, é fã do que? O que pensa à respeito?
PS: Aproveito o post para agradecer ao Trotta por fazer o selinho do blog e ao Bodas por me ajudar a inserir aqui.
5 comments Abril 6, 2008
Nany X Lilo
Quem não se rende diante dessas carinhas?
Eu me rendi desde a primeira vez que as vi. A Nany lá em Julho de 2002 e a Lilo em Setembro de 2007.
Mas, engana-se quem pensa que as semelhanças vão além desse jeito de menores abandonadas, que querem colo e carinho o tempo todo. Devo dizer que a única semelhança é essa. Aliás, tem mais uma: Elas são SRD com muito orgulho, eu acho!
A idéia desse post surgiu depois de eu ter passado uma semana visitando e cuidando da Lilo, a minha afilhada, enquanto os pais dela curtiam a Lua de Mel, no Sul.
Vamos as comparações!
A Nany é conhecida pela vizinhança toda do prédio pelos seus latidos incontroláveis e pela sua fama de brava.
Já a Lilo quase não é conhecida pela vizinhança. Tem pessoas no prédio em que ela mora que nem sabem ou não sabiam que ela existia, de tão quietinha que ela é.
A Nany morde, pra valer, inclusive os donos, se bobear.
A Lilo esboça uma rosnada se você a provocar muito, querendo pegar o osso dela.
A Nany avança no seu prato de comida, sobe na mesa, rouba o que tiver no seu prato caso você descuide dele, quer comer de tudo.A Lilo, além de não te pedir nada, fica só te olhando, sentadinha do seu lado. E se caso você resolva dar qualquer coisa, ela é a delicadeza em forma canina para aceitar.
A Nany pega o brinquedo, seja bolinha, ossinho de plástico, o que for, coloca do seu lado e vai esperar você jogar. Se você não joga ela late ou vem te “cavar” com a pata, para você jogar.
Com a Lilo você precisa fazê-la se interessar pelo brinquedo, aí sim ela brinca com você, mas não muito!
A Nany faz um escândalo toda vez que toca o interfone em casa, e que chega alguma visita. E continua latindo se a “visita” for alguém que foi consertar alguma coisa ou algo do gênero.
A Lilo nem se manisfesta e quando é entrega de pizza e etc, ela sai no corredor, dá até um oizinho para o entregador e volta.
A Nany não aceita carinho, foge ou quer te morder. A Lilo deixa você vira-la do avesso praticamente. Não esquenta com nada!
É, acho que já deu para perceber que essas duas figurinhas são completamente diferentes, não?
Devo dizer que Nany e Lilo se conheceram no Pet Shop onde tomam banho e dizem que a Lilo fez sua primeira “arte” nesse mesmo dia. Roubou frango de cima da mesa e foi comer no quarto, em cima da cama. Será que sem vergonhisse canina se transmite por telepatia?
Devo dizer também, que a Nany na rua é a Lilo em casa e a Lilo na rua é a Nany em casa. Explico: os papéis invertem, Nany fica quieta, tranqüila, um doce. A Lilo corre, mexe com os outros cachorros, quer pular no primeiro rio/lago/fonte que ela encontra pela frente. Quer pegar todos os gatos, uma “graça”?
Enfim, quem conhece as duas sabe bem as diferenças. Mas eu devo dizer que as adoro do jeitinho que elas são.
Será que eu posso confessar que as adoro igualmente?!? O.o
Pergunto pois, para quem não sabe, a Nany![]()
é a minha cachorra, ou melhor, Cã. – Como diz a Marcí.
Ah, mas eu acho que posso sim gostar das duas igualmente, por que não?!? Afinal, afilhada é como se fosse filha, não?
Sei que essas duas gracinhas (cada uma no seu estilo) tiraram a sorte grande e são a alegria da casa onde vivem!
PS: Agradecimentos ao Trotta pela colaboração com a foto e ajuda nas idéias!
8 comments Março 5, 2008
Desfile das Campeãs!
Sabe qual é o melhor coisa de desfilar pela Unidos de Vila Maria no Carnaval de São Paulo?
- O desfile das campeãs! Sexta-feira, 08 de fevereiro – Saí do estágio 20h15 mais ou menos depois de um dia pra lá de agitado. Esperei quase meia hora o ônibus e fui correndo para a RoMa. Avisei quando estava quase chegando lá para que eles pudessem pedir pizza. Ufa, cheguei! E para a minha surpresa, junto com a pizza. O entregador subiu comigo no elevador.
O Bodas e a Má resolveram não desfilar, decidiram viajar para Poços de Caldas. Mas nos ofereceram uma carona até a quadra da escola.
Então jantamos e partimos para a quadra. Quer dizer, a Má ficou em casa para arrumar as malas que ela não tinha feito de manhã.
Chegamos, Trotta e eu, na quadra e até que estava bem lotada já. Achei que o desfile seria miado por causa do terceiro lugar da escola.
Encontramos o Marcão [que é da Vila Maria e foi por causa dele que fomos parar lá] e ficamos por ali, papeando e tirando fotos. [Devo fazer um parêntese aqui para dizer que logo de manhã recebi uma sms do Trotta dizendo que a câmera estava com o visor quebrado e que não sabia como sairiam as fotos].
Dessa vez eu estava calma, nada ansiosa, despreocupada com a fantasia, bem tranqüila.
Lá na quadra anexaram as justificativas dos jurados para as notas 9,75 que a escola recebeu de bateria, mestre sala e porta bandeira e alegoria.
Não dá para entender a cabeça do jurado. O cara vai lá no Anhembi, assiste o desfile de longe, em um cubículo e decide tudo. Vejam vocês, o carro abre-alas da Vila Maria foi o maior de todos os tempos, com 138m, estava lindo. Mas, caiu a manga do braço esquerdo do Buda gigante e a parte de peças do carro, embaixo, não tinha nenhuma decoração, nem estava embutida.
E o Mestre Sala? O Mestre sala foi agressivo ao abordar a bandeira da escola! O que é ser agressivo ao abordar a bandeira da escola?
Bom, enfim, ficamos mais um pouco na quadra e depois nos encaminhamos para o ônibus, rumo ao Anhembi.
Dessa vez nada de passar calor com a fantasia enorme, resolvi me trocar quando chegasse lá.
O pessoal no busum estava pra lá de animado. Leia-se: bêbado! E sabe-se lá porque, tinha um integrante da escola de Samba X-9 Paulistana junto. Esse coitado foi zuado o caminho todo. E tinha uma chata de uma menina, com uma voz irritante que gritou o caminho inteiro – Aê pingüim, vai pra geladeira! Que inferno! Estávamos a ponto de explodir.
Chegamos no Anhembi, nos trocamos com calma, tiramos muitas fotos e esperamos tranquilamente a hora de pisar na avenida novamente.
Dessa vez esperamos muito mais para entrar, ficamos ali conversando, vendo as outras alas, os carros alegóricos e os detalhes que passaram desapercebidos no dia mesmo do desfile. Toda hora eu pensava e comentava: Eu não vi nada disso na semana passada.
E não me apareceu um negão [nada contra os negros, pelo amor] me abrançando, dando a mão, feliz e contente, a caminho da avenida? Fugi do cara como diabo foge da cruz!
- Na passarela do Samba – a terceira colocada do Carnaval de São Paulo de 2008 – Unidos de Vila Maria!!!!!!!
Arrepiaaaaaa Vila Maria! E lá vamos nós!
Estrela vão brilhar, Vila Maria vai passar…..
Lá estava eu atravessando a faixa amarela novamente. Outra emoção, diferente agora, sem compromisso, abusando da descontração, pulando, dançando, rodando pouco dessa vez, afinal eu tinha espaço para dançar de um lado para o outro pois tinha pouca gente na nossa ala e, melhor, eu não estava tensa.
O sambódromo estava lotado! Eu até pulei com o público na pista!
E cadê o Bodas e Má?!? Cadê????
Virava e mexia aparecia o negão, me dava a mão e saíamos dançando, uma figura, um mala! Hehe!
Quando passei pela bateria, quase perdi a minha ala. Parei ali na frente deles e fiquei “sambando” um tempão, empolgada, feliz.
Outro parêntese [na quadra, antes de sair, vimos uma falsa japa, toda produzida e desconfiamos que ela pudesse ser a substituta da nossa Madrinha da bateria, a Yuka, uma japonesa que mora há 8 anos no Brasil e que enlouqueceu os homens todos com sua beleza]. Mas eu vi a Yuka á frente da bateria, sendo entrevistada e mostrei para o Trotta. E lá foi ele tirar foto da japa e levou bronca dos diretores da escola, que o apressaram para continuar o desfile.
Como me diverti, o adereço de mão nem parecia tão pesado, aliás, não estava mesmo, dessa vez era mais leve, e eu consegui carregá-lo com mais facilidade.
Chegamos no final do desfile e eu estava mais cansada do que no dia. Tratei logo de comprar água e tirar a fantasia!
Terceiro parêntese [nossa idéia era voltar para casa de táxi, direto do Anhembi, tanto que deixamos nossas coisas na RoMa, pois não teríamos onde deixar enquanto desfilávamos. Mas descobrimos que a Léa, namorada do Marcão, mora perto do Trotta e que o Marcão ia dormir na casa dela, então descolamos uma carona].
Como o carro do Marcão estava na quadra, voltamos de ônibus. Sentamos no fundo do ônibus, tranqüilos, torcendo para a doida do pingüim não aparecer novamente. De fato, ela não apareceu, mas de repente, aparece do meu lado uns 4 adolescentes, me atropelando no banco, jogando fantasia, gritando, um desespero. Uma menina sentou na minha frente, apoiada na janela e foi falando o caminho todo sem parar, quase surtei de raiva.
Ufa, chegamos! Pegamos o carro e voltamos para casa!
Devo abrir um grande e último parêntese agora para contar que no desfile oficial a Má achou que eu estava ensaiando para sair na Ala das Baianas, que é um sonho meu também, de tanto que eu rodei na avenida. Mas é porque eu adoro a ala das baianas, acho o máximo a dedicação das senhorinhas, o gosto, a vontade delas, a beleza das roupas e a importância da ala para a escola.
Então, em homenagem a elas e a Má, que também quer sair nessa ala, eu quis tirar uma foto com uma baiana. O Trotta viu uma delas passando, a abordou muito educadamente e pediu se poderia fotografá-la comigo e ela deixou.
E as fotos ficaram ótimas
8 comments Fevereiro 10, 2008
E chegou a quarta-feira de cinzas!
“A luz apaga porque já raiou o dia
E a fantasia vai voltar pro barracão
Outra ilusão desaparece quarta-feira
Queira ou não queira terminou o carnaval.”
E terminou o carnaval….
E esse ano fui parar na Avenida. Sim, desfilei pela Unidos de Vila Maria com RoMa e Trotta.
Foi emocionante, eu adorei estar lá. Não consigo descrever o que senti ao cruzar a faixa amarela, olhar para o cronômetro que marcava 0h14min e acreditar que todo o público, que lotava o Sambódromo, estava olhando para mim.
Chorei, é claro. Não poderia ser diferente. Pulei, rodei, cantei, fiz de tudo, me senti criança. Tentei prestar atenção em todos os detalhes, no público, nas câmeras, na globo, nos camarotes, enfim, tudo o que meu olho conseguia registrar naqueles minutos de “fama”.
E a Vila Maria estava linda! Na minha opnião era a escola campeã, sem dúvida, sem pensar muito. Mas, os jurados não pensaram dessa forma e a Vila mais famosa ficou com o terceiro lugar. Terceiro com sensação de primeiro, com mérito de primeiro.
E sexta-feira tem mais, no desfile das Campeãs! Lá vamos nós novamente!
E o ano que vem também tem mais, tem Trotta na bateria da escola, tem Fefa e RoMa mais uma vez juntos, na nossa sempre Vila Maria!
9 comments Fevereiro 6, 2008
Adeus, Privina!
Eu não sei precisar a data (que decepção para os meus queridos amigos), mas já faz, pelo menos, uns 5, 6 anos que eu faço (fazia) uso de uma medicação para o Nariz, que se chama Privina. É um descongestionante nasal. Sempre que meu nariz “tampava” me deixando com aquela sensação de falta de ar, eu pingava o Privina. Com o passar do tempo a quantidade de vezes que eu estilava o tal no nariz aumentou significativamente. Era, no mínimo, 7, 8 vezes por dia.
Em todo o lugar que eu ia tinha que levar o Privina e se me descobrisse sem, era um caos, surtava de desespero. Chegava a deixar frascos na casa dos meus amigos, parentes, para não correr o risco de ficar sem.
Se eu fosse na padaria, que seja, era eu, o celular e o remédio. Se você me convidasse para qualquer programa, tinha que convidar o Privina também.
Comecei a questionar a minha real necessidade de usar esse medicamento e se tinha, de fato, alguma doença ou se já era um costume, um vicio, psicológico, etc.
No final do ano de 2007 coloquei na cabeça que deveria parar de usar esse bendito remédio, que estava acabando com a minha mucosa nasal e marquei um Otorrino. Fiz um exame chamado Nasofibroscopia (ardeuuuuuu) e foi constato apenas uma rinite crônica. O otorrino me passou um anti-alérgico para tomar durante 10 dias e um outro remédio para estilar no nariz duas vezes ao dia. E ele me disse que aos poucos a necessidade de usar o Privina ia diminuir, mas que eu deveria me esforçar para não usá-lo.
Comecei o tratamento no dia 13 de Janeiro. Nos primeiros dias ainda me senti tentada a não cumprir as ordens médicas, mas fui me segurando, fazendo de tudo para conseguir sair dessa de vez. As primeiras noites não teve jeito, acordava no meio da madrugada e usava. Durante o dia, com a medicação prescrita, não me sentia afogada, sem ar, nada. Passava o dia sem lembrar disso. Foi até engraçado, porque eu parava e pensava: Nossa, nem lembrei do Privina (era quase uma relação de amor com o vidrinho…rsrs.)
Atualmente, 17 dias de tratamento, só estou com uma medicação, o que uso direto no nariz, duas vezes ao dia, e o Privina já era.
Será que era só psicológico? Será que é só o tratamento que está fazendo efeito? Será que é a associação do tratamento com o psicológico? Será que daqui há 30 dias, quando voltar ao médico ele vai me deixar sem medicação nenhuma? E se isso acontecer, será que consigo ficar sem nada e não voltar a alergia?!?
Na minha opnião eu jamais ia conseguir deixar de usar o Privina se não fizesse esse tratamento, mesmo porque era sim uma espécie de vício que, com certeza, precisaria de ajuda para sair dessa. Mas também acho que se não tivesse esse objetivo de parar e me tratar, não ia dar certo do mesmo jeito. Por isso, acredito que muitas doenças são bem mais psicológicas do que imaginamos, e sem força de vontade, não nos curamos.
E você, o que pensa a respeito?
9 comments Janeiro 30, 2008
Minha desktop
5 comments Janeiro 13, 2008
10 motivos para renovar a minha C.N.H. (Carteira Nacional de Habilitação)
1 - Inaugurá-la de verdade (sim, eu tirei a carta e praticamente não a usei)
2 - Ir e voltar de São Bernardo do Campo todos os dia de ônibus é chato por demais
3 - Poder ajudar as pessoas quando elas mais precisam que você possa dirigir
4 - Dar carona quando o carro da pessoa que SEMPRE te dá carona quebra
5 - Ir e voltar dos lugares a hora que eu bem entender
6 - Não depender mais do meu pai
7 - Levar a Nany ao Parque do Ibirapuera
8 - Não deixar de ir aos lugares porque vai ficar tarde para voltar e não tem metrô
9 - Porque eu quero, oras
10 - E porque eu tenho 27 anos, tá na hora, ou já passou? O.o
Mas, quem disse que eu acho a bendita da C.N.H aqui em casa? :S
7 comments Janeiro 8, 2008







